Você repara uma trinca na fachada, espera o material secar, lixa, pinta e entrega o serviço. No começo, o acabamento fica limpo, a superfície parece uniforme e aquela linha incômoda desaparece. Algumas semanas depois, após sol forte, chuva ou mudança brusca de temperatura, a marca começa a voltar exatamente no mesmo ponto.
Esse retorno tem relação com o comportamento dos materiais. A CasaCor, publicação da Abril voltada a arquitetura, design e construção, explica que fissuras e trincas podem surgir por movimentações naturais, como dilatação e retração provocadas por variações de temperatura, umidade, cura inadequada do reboco ou pequenas tensões superficiais. Na prática, fachadas, lajes, rodapés, caixilhos, batentes e áreas externas continuam trabalhando mesmo depois do reparo.
Materiais muito rígidos cobrem a abertura por um período, sem acompanhar esse movimento. O resultado aparece de novo: fissura, trinca, pintura marcada e retrabalho. Um reparo durável começa pela leitura correta do problema, pela limpeza da área, pela preparação da base e pela escolha de uma solução compatível com o tipo de abertura.
Nesse tipo de reparo, o Sela Trincas e Fissuras da Garin ajuda a corrigir pequenas aberturas com mais segurança. Indicado para trincas e fissuras de até 3 mm, ele veda, preenche e dá acabamento em áreas internas e externas, com aplicação prática, boa aderência e flexibilidade média. Depois de seco, torna-se impermeável, pode ser lixado e recebe pintura, ajudando a devolver uniformidade ao acabamento.
O retorno de uma trinca mostra que o reparo anterior perdeu contato com o comportamento real da superfície. Escolher o produto adequado ajuda a proteger o acabamento, evitar retrabalho e transformar uma correção provisória em uma solução mais durável.
Fonte: CasaCor.